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21 21UTC Novembro 21UTC 2009 at 5:38 am | In Cinema | 2 CommentsTags: (500) Days of Summer, 2012, 500 Dias com Ela, John Cusack, Joseph Gordon-Levitt, Marc Webb, Roland Emmerich
Com exceção de Lua Nova, que tenho certeza que TODOS esperam ser uma bomba das grandes, os dois filmes estreantes do mês que mais criaram expectativa foram 500 Dias com Ela e 2012. Uma pena que somente um deles correspondeu.
500 Dias com Ela [(500) Days of Summer, Marc Webb, 2009]: O famoso diretor de videoclipes Marc Webb estreia no cinema com uma comédia romântica fora do comum, que já no início se define como não sendo uma estória de amor. Em um gênero tão desgastado quando este, é praticamente essencial que novas formas de contar a estória sejam encontradas. Em 500 Dias com Ela, Webb é extremamente feliz ao fugir da cronologia e mesclar momentos bons e ruins do relacionamento de Tom e Summer, o que prende a atenção do espectador até a última cena. Com um humor bastante sutil, o longa consegue divertir ao mesmo tempo que emociona. Ajudado por uma bela trilha sonora e por atuações convincentes – especialmente de Joseph Gordon-Levitt – 500 Dias com Ela é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores filmes do ano.
2012 [Idem, Roland Emmerich, 2009]: O mais novo filme-catátrofe de Roland Emmerich, 2012, infelizmente, fica na promessa. Emmerich, que já dirigiu filmes como Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, joga todas as suas fichas nos impressionantes efeitos visuais e se esquece por completo de contar a estória. Personagens vazias, cenas constrangedoras, diálogos de um mau gosto impressionante e furos imperdoáveis (como o fato de Jackson, personagem de John Cusack, retornar vivo de uma “missão suicida” ou a quantidade de pessoas que tiveram dinheiro suficiente para comprar lugares na barca) são a marca do longa. Aliás, o adjetivo perfeito para essa projeção é exatamente este: longa. São quase três horas, cheias de exaustivas cenas de perseguição nas quais carros ou aviões são implacavelmente seguidos, tanto por rachaduras quanto por uma fumaça cinza. Outro grave problema de 2012 são as inúmeras piadinhas que a) não têm a mínima graça e b) são inoportunas e tiram espectador do foco principal. Se Emmerich pensou que tirar sarro de russos ou da rainha da Inglaterra no meio do apocalipse seria legal, enganou-se completamente. O destaque fica mesmo por conta do Cristo Redentor, que vai ao chão com narração de um “repórter da Globo News”. Essa, aliás, é a cena que retrata mais fielmente a obra: um filme risível.
Reviews da semana
18 18UTC Outubro 18UTC 2009 at 5:42 am | In Cinema, Review | 4 CommentsTags: Christoph Waltz, District 9, Ed Helms, Gerard Butler, Inglourious Basterds, Katherine Heigl, Mike Tyson, Quentin Tarantino, The Hangover, The Ugly Truth
O blog que já não era assim tão atualizado ficou parado por quase um mês devido a problemas técnicos, mas já foi tudo normalizado. E para dar aquela ressuscitada boa, nada como pequenas críticas de filmes que assisti na tela grande essa semana. Yes, Tarantino mantém-se firme e forte dentro do meu Top 5 de melhores diretores ever! (que, aliás, ainda tem Stanley Kubrick, Billy Wilder, Christopher Nolan e Ingmar Bergman). Mas, let’s cut the crap e vamos ao que interessa.
Bastardos Inglórios [Inglourious Basterds, Quentin Tarantino, 2009]: Um filme de Tarantino tem como tema central a vingança, fazendo referências à clássicos do cinema e é dividido em capítulos. Não estou falando de Kill Bill. Apesar de Bastardos Inglórios manter muitas das características que fizeram a fama de Quentin Tarantino, é diferente de tudo o que o diretor já fez. Cômico e dramático ao mesmo tempo, Tarantino entrega aos cinéfilos do mundo todo mais uma obra-prima (com ressalvas: toda a sequência do bar foi demasiadamente arrastada. Quem liga?). E aqueles que esperavam ver Brad Pitt ou até mesmo Eli Roth como matadores de matadores de judeus, impressionaram-se com a brilhante atuação do experiente e desconhecido Christoph Waltz.
AVALIAÇÃO: 10
A Verdade Nua e Crua [The Ugly Truth, Robert Luketic, 2009]: Chega a ser cansativo a quantidade de longas que se baseiam na trama “moço e moça se conhecem e se odeiam e por motivo qualquer, são obrigados a conviver, até que se apaixonam”. O problema de A Verdade Nua e Crua é que, além disso, o filme traz todas aquelas velhas e batidas piadas sobre guerra dos sexos, como agem os homens, como reagem as mulheres e blá blá blá. Gerard Butler tenta muito (fail) e Katherine Heigl nem se dá ao trabalho.
AVALIAÇÃO: 1
Distrito 9 [District 9, Neill Blomkamp, 2009]: A premissa é interessantíssima. O roteiro se sai muito bem ao criar um paralelo entre a situação vivida por alienígenas na África do Sul e pelos negros daquele país durante o Apartheid. O grande problema de Distrito 9 é a confusão criada por seu diretor, Neill Blomkamp, que por vezes mistura o formato “mockumentary” com o formato tradicional, deixando o espectador sem saber quais cenas fazem parte do “falso documentário” e quais não fazem. Ainda assim, é um filme que vale a pena ser visto.
AVALIAÇÃO: 7
Se Beber, Não Case [The Hangover, Todd Phillips, 2009]: É impressionante o quanto filmes “descompromissados” conseguem ser divertidos. Ainda que o roteiro traga algumas situações inverossímeis – como galinhas, tigres e Mike Tyson no quarto de um hotel de luxo – tudo torna-se aceitável dentro daquela estória. Isso sem contar as impagáveis atuações de Ed Helms e Zach Galifianakis.
AVALIAÇÃO: 8
Emmy Awards 2009
22 22UTC Setembro 22UTC 2009 at 4:35 am | In Premiações, TV | 3 CommentsTags: Emmy Awards
A cerimônia de entrega do Emmy Awards 2009 foi divertida. Grandes merdas. Isso todo mundo já sabia desde o anúncio de que Barney Neil Patrick Harris seria o host.
A cerimônia de entrega do Emmy Awards 2009 teve algumas surpresas. Grandes merdas. Isso todo mundo já sabia, porque os votantes adoram gritar “pegadinha do Mallandro – há!” no backstage.
A cerimônia de entrega do Emmy Awards 2009 foi dominada pelas mesmas séries de sempre. Grandes merdas. Isso todo mundo já sabia, porque os votantes são brincalhões, não loucos.
Porém, mesmo tendo sido tudo a mesma coisa (fora, claro, a Alyson Hannigan vestida de funil), vamos logo analisar os principais vencedores. E minhas apostas, contando as alternativas como meio acerto, ok?
MELHOR SÉRIE DRAMA: Deu Mad Men. Ohhhhhh. (Acertos 1/1)
MELHOR SÉRIE COMÉDIA: Deu 30 Rock. Ohhhhhh. (Acertos 2/2)
MELHOR ATOR DRAMA: Deu Bryan Cranston. Ohhhhhh. Mas, hey, eu apostei no Jon Hamm. Minha previsão do rapa de Mad Men não se concretizou. Mãe Dinah, sua cretina! (Acertos 2/3)
MELHOR ATOR COMÉDIA: Alec Baldwin. Ohhhhhhh. (Acertos 3/4)
MELHOR ATRIZ DRAMA: Glenn Close. Ohhhhhhh. (Acertos 3,5/5)
MELHOR ATRIZ COMÉDIA: OMG! Essa sim foi uma daquelas surpresas, tipo Heroes melhor série e Heroes melhor qualquer coisa. Não pelo trabalho da vencedora Toni Collette, que foi brilhante. Mas pelo carisma da sweetheart da América, Tina Fey. Ela até desacostumou a fazer cara de boa perdedora. (Acertos 4/6)
MELHOR ATOR COADJUVANTE DRAMA: E foi nessa categoria que eu tive a prova do porquê eu adoro o Emmy acima de todas as outras premiações. Depois de anos de insucessos em tudo quanto foi prêmio – de Golden Globe a Troféu Melhores do Ano do Faustão – Michael Emerson, against all odds, venceu. Venceu o favorito da galera, Aaron Paul, venceu o Oscarado William Hurt e venceu até moço de Mad Men, John Slaterry. Na disputa entre Locke e Ben, agora está tudo empatado! (ACERTOS 4/7)
MELHOR ATOR COADJUVANTE COMÉDIA: Se o coadjuvante drama foi a categoria que eu mais gostei, nessa aqui deu desgosto. Não assisto Two and a Half Men, mas conheço alguém que conhece alguém que conhece alguém que assiste. E esse alguém disse que a personagem de Jon Cryer é exatamente a mesma desde o piloto (essa foi a sexta temporada) e que ele submeteu um episódio fraco. Neil Patrick Harris, apresentador do treco todo, fez piada com a derrota e tal, mas ele sabe que é o vencedor moral. (ACERTOS 4/8)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DRAMA: Hehe, outra categoria que me fez gritar um WTF alto o bastante para acordar a vizinha. Belo prêmo e belo reconhecimento pela bela temporada que fez a não tão bela Cherry Jones. Rose Byrne, a deusa máxima da TV, Glenn Close, pode até achar você uma ótima atriz. Mas, às vezes, deuses e mortais discordam. Suck it, baby! (ACERTOS 4/9)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE COMÉDIA: Ah, vai. Eu não esperava, você não esperava, a Eliza de Survivor Vanuatu não esperava (olha a cara dela de chocada aí embaixo – by rsfd) e nem a Kristin Chenoweth esperava. Mas a desempregada (her words) levou o prêmio por sua memorável participação na já saudosa Pushing Daisies. Um soco na barriga de uma certa emissora maldita! (ACERTOS 4/10)
MELHOR ROTEIRO COMÉDIA: Que ia dar 30 Rock todo mundo já sabia. Devido à imensa variedade de séries na disputa (né, Marshall?), o negócio era saber qual episódio de 30 Rock levaria essa. Eu sabia (cof cof) que “Reunion” ia ganhar fácil, mas apostei em “Kidney Now!”, meu favorito, episódio mais engraçado da temporada e vencedor do Felipe Awards 2009 nessa categoria, no mês passado. Mas deu “Reunion”. Ok, mais uma pra coleção da Tina. (ACERTOS 4/11)
MELHOR DIREÇÃO COMÉDIA: Dessa vez, ocorreu o contrário. Inventei de apostar em “Generalissimo” por causa das geniais cenas de novela mexicana e reneguei o vencedor do Felipe Awards 2009, “Stress Relief”, de The Office. E deu The Office. (ACERTOS 4/12)
MELHOR ROTEIRO DRAMA: Essa era fácil. Essa era barbada. Deu “Meditations in an Emergency”, de Mad Men. Próxima. (ACERTOS 5/13)
MELHOR DIREÇÃO DRAMA: Eu torcia – em vão – para que Battlestar Galactica levasse só esse premiozinho importante esse ano, mas não. Eu tinha certeza absoluta que “The Jet Set” de (adivinha!) Mad Men levaria. Mas… ohhhhhhh! Plantão Médico, que eu assistia quando tinha 8 anos escondido da minha mãe por ela considerar a série “pesada” demais, ganhou! O interessante do caso todo não foi nem a vitória de ER, nem a derrota de Mad Men ou BsG. Foi o fato de a minha mãe achar ER pesada demais, mas me encorajar a assistir novelas. I didn’t fall for it, ma! (ACERTOS 5/14)
MELHOR REALITY SHOW DE COMPETIÇÃO: The Amazing Race. Mais certo que isso só a vitória de Silvio Santos como melhor apresentador no Troféu Imprensa. (ACERTOS 6/15)
MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW: Jeff Probst. Mais certo que isso só a vitória de Hebe Camargo como melhor apresentadora no Troféu Imprensa. (ACERTOS 7/16)
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E está na hora de alguns Prêmios Imaginários – porque tem coisas que simplesmente não podem passar em branco!
Pelo que fez ontem, o Neil Patrick Harris merecia um prêmio qualquer. Nem que fosse o Emmy de MELHOR APRESENTADOR DE EMMY AWARDS. Ou o de MELHOR NÚMERO MUSICAL EM ABERTURA DE EMMY AWARDS. Ou de MELHOR TERNO BRANCO USADO EM EMMY AWARDS. Qualquer coisa.
Viram o Luke do TAR no vídeo de melhores acontecimentos em reality shows? Então, vamos dar pra ele o prêmio de MELHOR PARTICIPANTE SURDO DE UM AMAZING RACE. E só para continuar no mesmo programa, o prêmio de GRITO MAIS GAY DADO POR UM PARTICIPANTE DE REALITY SHOW vai para Victor e seus “yays!”.
E o último prêmio deste blog vai para Jimmy Fallon, que vence na categoria MELHOR IMITAÇÃO DA VOZ DA BRITNEY SPEARS. Parabéns, Jimmy!
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Acertei menos da metade das principais categorias. Shame on me. E o resultado fica pior se contarmos o Creative Arts, então fiquemos por aqui mesmo. Queria encerrar com imagens bonitas, como a Sarah Silverman de bigode em homenagem ao ex-desaparecido Belchior, com Gabriel Byrne deixando transparecer que estava alcoolizado ao perder o prêmio ou Hayden Panettiere dormindo ao fundo enquanto alguma atriz aleatória fingia ter espírito esportivo ao perder um prêmio aí. Mas prefiro encerrar com o grande embate do próximo ano. O desempate. A nega: BENJAMIN LINUS X JOHN LOCKE.
OBS.: Ia tirar a Arlene da foto, mas resolvi deixá-la. Afinal, se você é uma garçonete do Merlotte’s, não se chama Sookie e fica viva por duas temporadas, você merece!
Emmy 2009 – Previsões
19 19UTC Setembro 19UTC 2009 at 4:39 am | In Premiações, TV | 2 CommentsTags: Emmy
O Emmy 2009 chegou! A premiação mais legal e mais injusta do mundo será realizada no próximo domingo e, como não poderia deixar de ser, aqui vão meus palpites. Veremos o quanto a Academia é previsível.
MELHOR DRAMA
Vai ganhar: Mad Men (Alt: Breaking Bad)
Torço para: Damages e Lost. Nessa ordem.
Não pode ganhar: House e Big Love
MELHOR ATOR DRAMA
Vai ganhar: Jon Hamm (Alt: Hugh Laurie)
Torço para: Michael C. Hall
Não pode ganhar: Simon Baker
MELHOR ATRIZ DRAMA
Vai ganhar: Elizabeth Moss (Alt: Glenn Close)
Torço para: Sally Field e Glenn Close
Não pode ganhar: -
MELHOR ATOR COADJUVANTE DRAMA
Vai ganhar: Aaron Paul (Alt: William Hurt)
Torço para: Michael Emerson e William Hurt
Não pode ganhar: Christian Clemenson
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DRAMA
Vai ganhar: Hope Davies (Atl: Dianne Wiest)
Torço para: Cherry Jones
Não pode ganhar: Rose Byrne
MELHOR COMÉDIA
Vai ganhar: 30 Rock (Alt: The Office)
Torço para: How I Met Your Mother
Não pode ganhar: Entourage
MELHOR ATOR COMÉDIA
Vai ganhar: Alec Baldwin (Alt: Steve Carrell)
Torço para: Steve Carrell
Não pode ganhar: Tony Shalhoub
MELHOR ATRIZ COMÉDIA
Vai ganhar: Tina Fey (Alt: Toni Collette)
Torço para: Tina Fey. Sempre.
Não pode ganhar: Sarah Silverman
MELHOR ATOR COADJUVANTE COMÉDIA
Vai ganhar: Jack McBryer (Alt: Neil Patrick Harris)
Torço para: Neil Patrick Harris
Não pode ganhar: Jon Cryer, Tracy Morgan e Kevin Dillon. God saves us!
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE COMÉDIA
Vai ganhar: Jane Krakowski (Alt: Elizabeth Perkins)
Torço para: Elizabeth Perkins.
Não pode ganhar: Vanessa Williams
MELHOR DIREÇÃO DRAMA
Vai ganhar: Mad Men – The Jet Set (Alt: Battlestar Galactica – Daybreak, Part II)
Torço para: Battlestar Galactica – Daybreak, Part II
Não pode ganhar: -
MELHOR DIREÇÃO COMÉDIA
Vai ganhar: 30 Rock – Generalissimo (Alt: 30 Rock – Reunion)
Torço para: The Office – Stress Relief
Não pode ganhar: Entourage – Tree Trippers
MELHOR ROTEIRO DRAMA
Vai ganhar: Mad Men – Meditations in an Emergency (Alt: Mad Men – The Jet Set)
Torço para: Lost – The Incident
Não pode ganhar: -
MELHOR ROTEIRO COMÉDIA
Vai ganhar: 30 Rock – Kidney Now! (Alt: 30 Rock – Reunion)
Torço para: 30 Rock – Kidney Now!
Não pode ganhar: -
Weeds – 5ª Temporada
9 09UTC Setembro 09UTC 2009 at 3:24 am | In TV | 2 CommentsTags: Justin Kirk, Mary Louise Parker, Weeds

A quinta temporada de Weeds estreou com a árdua missão de colocar a outrora excelente série de volta nos trilhos. Depois de três temporadas quase perfeitas sobre uma dona de casa do subúrbio americano que vira traficante, a mudança de ares, que levou o elenco principal para o sul da Califórnia, trouxe à tona outras questões polêmicas além das drogas: imigrantes ilegais, gangues mexicanas, corrupção etc. E, como vimos ano passado, o negócio desandou. Tramas secundárias bobas, subaproveitamento de personagens (Doug? Oi?) e diálogos que muitas vezes beiravam o ridículo marcaram o quarto ano da série.
E foi com desconfiança que muita gente recebeu a quinta temporada. O começo, admito, foi bastante fraco, especialmente “Machetes Up Top” e “Super Lucky Happy”, episódios que poderiam ser facilmente encaixados na quarta temporada.
Mas aí a temporada foi mudando. A tensão entre Nancy e seu agora marido Estebán cresceu, Shane e Silas começaram a ter alguma utilidade (alguém lembra da mulher do queijo da quarta temporada?), algumas boas personagens foram introduzidas, como o Perro Insano e Pilar e outras retornaram (love you, Lupita!). O mais marcante, porém, foi o crescimento de Andy dentro da série. Ele deixou de ser o tiozão que acompanha Nancy em todas as burrices que ela faz para ser um importante membro da família Botwin. Tanto que ele foi o escolhido por Nancy para ser o pai do filho de Estebán, antes do próprio pai. Nancy, aliás, definiu-o perfeitamente no episódio “A Distinctive Horn”, quando Estebán ia à loucura com a notícia de que Andy seria o pai do filho dele:
That pendejo sticks around. He fights for what he loves. He is not a coward.
Obviamente, a temporada não foi perfeita. A inserção de algumas personagens, como a médica Audra, que só apareceu para que o Andy não ficasse avulso em alguns episódios, e Adelita, que eu não tenho idéia do porquê entrou na série, foram pontos fracos. Além disso, o bom e velho elenco coadjuvante de Weeds (mais especificamente Elizabeth Perkins e Kevin Nealon) foi incluído em mais traminhas bobas, pelo menos até a parte final. Doug estragando um negócio, Celia seqüestrada pela filha que só havia aparecido no piloto e Dean fazendo… (que que ele fez mesmo?) quase arruinaram o ano. Até Celia Hodes inventar de ser a nova Nancy e decidir virar traficante, montando uma equipe que além dela, de Doug e Dean, inclui Sanjay (that’s right!), Perro Insano e Isabelle, o cérebro do time. Promessa de boas estórias no próximo ano!
Melhor episódio: Provavelmente serei o único do planeta a apontar “Glue” como o melhor episódio, mas explicarei minha posição. Essa foia primeira vez em cinco anos que vemos Nancy fazendo alguma coisa “dentro da lei”. No caso, tendo que enfrentar toda a burocracia do sistema jurídico e penitenciário apenas para ter notícias de Estebán, preso no episódio anterior. Durante todas as horas em que ficou à espera de uma solução, teve filosóficas discussões com Andy sobre casamento e amor, baseadas num teste de uma revista feminina dos anos 70. Beautiful!
Melhor cena: Eu entendo que se trata de uma comédia, mas a melhor cena da temporada não foi nem de perto engraçada. Falo da última do episódio “Van Nuys”, na qual Andy e Nancy conversam e ele propõe que todos fujam daquele lugar e daquela vida e deixem um bilhete para Estebán. Após concordar, Nancy escreve um bilhete, mas endereçado ao próprio Andy, despedindo-se dele e levando Shane para morar com Estebán. Certo que foi a cena mais bem escrita da temporada e uma das melhores da série. Fora a brilhante – ênfase no “brilhante” – atuação de Mary Louise Parker.
MVP: Mary Louise Parker. Em consideração a você, Mary, eu nem cogitei abandonar a série durante seu pior momento, no ano passado. E esse ano ela me recompensou com atuações como a citada acima. Podemos ainda deixar Justin Kirk com um honroso segundo lugar, já que ele – mais do que o roteiro – foi o grande responsável pelo crescimento de Andy.
The Sopranos – 1ª temporada
23 23UTC Agosto 23UTC 2009 at 4:55 am | In TV | 1 CommentTags: Edie Falco, James Gandolfini, Lorraine Bracco, Nancy Marchand, The Sopranos
*temporada revista
Para alguns, a melhor série de TV da história. Para os menos eufóricos, a melhor série da história da HBO. Seja como for, negar a qualidade de The Sopranos é impossível. Tony Soprano (James Gandolfini) é um mafioso da cidade de New Jersey. Ter que lidar com a pressão de seu “emprego”, com sua esposa Carmella (Edie Falco), seus filhos Meadow (Jamie-Lynn Sigler) e Anthony Jr (Robert Iler) e sua mãe Livia (Nancy Marchand) fazem Tony começar a sofrer ataques de pânico, o que o obriga a começar a visitar a psicóloga Jennifer Melfi (Lorraine Bracco)- em segredo, claro!
***
Uma Cena: É bastante complicado escolher uma única cena que
represente toda a temporada. Por esse motivo, escolho três. A primeira – já um clássico – acontece no 5º episódio, “College”. Nela, Meadow questiona o pai de maneira direta sobre os negócios. Quando menos se esperava, a menina soltou: “Are you in the mafia?” e Tony gelou. Destaque para uma atuação perfeita de Gandolfini. A segunda cena pertence ao episódio “Nobody Knows Anything”, o décimo primeiro. Na cena, Tony estava transtornado com a possibilidade de Big Pussy ser informante do FBI e toma a decisão de investigar o amigo e, caso a história se confirme, ordena o assassinato.
Nós precisamos ter 110% de certeza. Eu quero que vocês vejam. Eu quero que vocês vejam a porra da escuta amarrada no corpo dele. Eu quero que vejam. Escutaram? Eu quero que vejam. Caso contrário, está tudo cancelado. Entenderam? Estamos falando do nosso amigo aqui. Agora digam: vocês entederam?
Novamente, Gandolfini dominou! E a terceira e última cena que eu destaco pertence à season finale “I Dream of Jeannie Cusamano”. Quando descobre que foi sua própria mãe a mente por trás da tentativa frustrada de assassinato, Tony vai até o asilo
(para matá-la, talvez?) e a vê sendo levada para o hospital, após um “derrame”. Enquanto os médicos empurram a maca, Tony a confronta e perde o controle quando Livia dá um pequeno e sutil sorriso. “She’s smiling. Look at the look on her face, look at the look on her face! She’s smiling! She’s got a fucking smile on her face!”
MVP: Pelas cenas descritas acima, obviamente o MVP da temporada não poderia ser outro senão James Gandolfini. Porém, não custa registrar o grande trabalho de Nancy Marchand, como Livia Soprano. Lorraine Bracco e Edie Falco também foram muito bem, mas seus melhores momentos na série ainda estariam por vir, na terceira e quarta temporadas, respectivamente.
O Melhor episódio: Tenho muito respeito pelo piloto da série, considero “Nobody Knows Anything” e “I Dream of Jeannie Cusamano” episódios com carga dramática imensa e “Isabella” o mais poético. Mas a temporada teve “College”, considerado por muitos – não por mim – o melhor da série. O confronto entre as duas “famílias” de Tony se dá quando ele leva a filha Meadow para se inscrever em universidades do nordeste americano e encontra um ex-mafioso que virou testemunha do FBI. A sede de vingança vai de encontro ao medo de a filha descobrir o que ele realmente faz da vida.
***
10 anos de 1999
14 14UTC Agosto 14UTC 2009 at 6:25 am | In Cinema | 5 CommentsTags: A Bruxa de Blair, Alan Ball, Beleza Americana, Bruce Willis, Clube da Luta, David Fincher, De Olhos Bem Fechados, Edward Norton, Heather Donahue, Kevin Spacey, M. Night Shyamalan, Nicole Kidman, O Sexto Sentido, Sam Mendes, Stanley "O gênio" Kubrick, Tom Cruise, Toni Collette
Estava eu olhando (não assistindo) a TV hoje quando me dei conta de que estamos no ano de 2009. E o que que tem?, você pergunta. Tem que isso significa que há dez anos era 1999, aka o melhor ano do cinema desde que eu me considero gente. Então, não custa nada dedicar um pequeno post desse blog àquele já longínquo ano.
Apesar de eu considerar Titanic (1997) o filme que me tornou cinéfilo, a consolidação disso só veio dois anos depois. E um dos longas responsáveis por isso foi A Bruxa de Blair. Primeiro porque, à época, aquele estilo narrativo era uma novidade.
Segundo por causa da campanha de divulgação que fez todos aqueles que ainda não tinham acesso à internet acreditarem se tratar de um documentário real. Terceiro porque crianças de 11 anos adoram burlar a segurança do cinema e entrar em sessões de filmes de terror com classificação etária que tornaria a ida àquela sala impossível. E por último porque, independentemente de idade, cor, sexo, religião, time e emissora de TV favorita, a experiência cinematográfica proporcionada por uma sala completamente escura e a Heather Donahue gritando desesperada com medo de algo que nunca saberemos o que era foi inesquecível.
Outro filme que marcou aquele ano foi Clube da Luta. David Fincher já havia feito um trabalho brilhante dois an
os antes em Seven – Os 7 Crimes Capitais, mas sua obra-prima foi mesmo o longa estrelado por Edward Norton e Brad Pitt (e, dez anos depois, Fincher dirigiu alguns excelentes filmes, mas nada comparável a Clube da Luta). Além de um feroz – e sensacional – ataque ao capitalismo, o filme também ficou marcado pela virada do final. Lembra da sua reação quando soube que Tyler Durden era coisa da cabeça da personagem do Edward Norton? O choque foi GIGANTE, mas certamente não se compara ao choque com o final de… O Sexto Sentido. Ainda hoje não dá para
acreditar que o Bruce Willis estava morto o tempo inteiro. Fica quase impossível destacar qualquer coisa no longa além do final. Eu disse quase. Toni Collette, I love you! Em compensação, depois do sucesso do filme, a carreira de Shyamalan consegue, ano após ano, redefinir a expressão “fundo do poço”. Porém, ainda que eu deteste com todo o coração bombas como Sinais, A Vila, A Dama na Água e Fim dos Tempos, não há como negar: O Sexto Sentido entrou para a história do cinema!
E como falar do cinema em 1999 sem mencionar De Olhos Bem
Fechados? Simplesmente o último filme do maior gênio dentre todos os diretores da história da humanidade. Brilhante (as always), Stanley Kubrick faz um estudo das fantasias sexuais em um suspense perfeito. Tom Cruise e Nicole Kidman, dois atores para os quais eu cago, tiveram boas atuações, exceções nas carreiras dos dois.
Esse também foi o ano de Beleza Americana. O longa de Sam Mendes, grande vencedor do Oscar no ano seguinte, figura nas listas de filmes preferidos de muito cinéfilo por aí – eu, inclusive. Kevin Spacey e Annette Bening são maravilhosos e o roteiro escrito pelo mestre Alan Ball, uma obra-prima. Apesar de todos esses fatores mais do que positivos, lembrar de Beleza Americana para mim é lembrar da fotografia mais bonita e mais perfeita que já tive o prazer de ver em algum filme.
Fora que existem alguns outros filmes que mereceriam destaque igual aos já citados aqui, mas em consideração ao querido leitor que chegou até aqui, não quero deixar esse post mais longo do que já está. Só para citar alguns: A História Real, com interpretações emocionantes de Richard Farnsworth (em seu último filme) e Sissy Spacek; Regras da Vida, com Michael Caine estraçalhando; Matrix, tema de aulas de filosofia até hoje e divisor de águas para os diretores amantes dos efeitos visuais; À Espera de um Milagre, mais uma adaptação perfeita do mestre do terror Stephen King feita por Frank Darabont; O Talentoso Ripley, elaborado e com elenco talentosíssimo; Star Wars: A Ameaça Fantasma, decepcionou, mas Star Wars é Star Wars e ponto final; e Toy Story 2, tão brilhante quanto o primeiro. Isso sem contar aqueles filmes que hoje considero boas merdas, mas que causam impacto em qualquer 11-year-old kid: Stigmata e A Casa da Colina, que me mantiveram acordado por um mês cada e O Homem Bicentenário, que me fez ter medo de morrer e me deixou em depressão pelo fato de eu ser humano e não robô.
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E como nada nunca é perfeito, sente o que teve de bomba dez anos atrás: American Pie, O Paizão, Nunca Fui Beijada, Stuart Little, Carrie, a Estranha 2 (why, God, why?!), As Loucas Aventuras de James West e o terrível Bebês Geniais.
Filmes da semana
9 09UTC Agosto 09UTC 2009 at 4:02 am | In Cinema | 1 CommentTags: A Pantera Cor-de-Rosa 2, Adorável Julia, Closer - Perto Demais, Coração Valente, Gran Torino, Presságio
Inauguramos hoje uma nova seção aqui no blog, na qual pretendo escrever todos os sábados pequenas resenhas sobre os filmes assistidos por mim durante a semana, incluindo os revistos. Comecemos.
Semana: 02 a 08 de agosto de 2009
Gran Torino [Idem, Clint Eastwood, 2009]: Ainda que possua algumas situações forçadas e um final previsível, a estrutura narrativa de “Gran Torino” é interesantíssima. Clint Eastwood, em sua melhor forma, consegue mostrar seu talento como ator e diretor e toca em um dos mais polêmicos temas da atualidade, o preconceito racial, de forma sincera . O maior problema de Clint é, sem dúvida, achar que pode fazer tudo. Cantar já é demais, Clintão!
NOTA: 8.0
A Pantera Cor-de-Rosa [The Pink Panther 2, Harald Zwart, 2009]: Dois filmes e Steve Martin já cansou como o Inspetor Jacques Clouseau. Nenhuma cena teve graça e tivemos, inclusive, a repetição da piada do hambúrguer, utilizada à exaustão no primeiro filme. Andy Garcia e Alfred Molina conseguem levar algo de novo ao filme, mas o encerramento pastelão e a resolução incoerente e sem sentido destruíram o filme, que já capengava.
NOTA: 3.0
Closer – Perto Demais [Closer, Mike Nichols, 2004]: O diretor Mike Nichols é perfeito em sua retratação da natureza humana, conduzindo as quatro complexas personagens de maneira brilhante durante todo o longa. Se Julia Roberts e Jude Law têm desempenhos seguros e acima do que já apresentaram em suas carreiras, Clive Owen e Natalie Portman são perfeitos, com atuações como há muito não se via no cinema americano.
NOTA: 9.0
Adorável Julia [Being Julia, István Szabó, 2004]: Ainda que durante a primeira metade do filme nada aconteça, e ainda que a conclusão seja previsível, a memorável atuação de Annette Bening faz com que “Adorável Julia” seja obrigação de qualquer cinéfilo. Esqueça direção, roteiro, fotografia, trilha sonora e todo o resto. Annette Bening é o filme.
NOTA: 7.0
Presságio [Knowing, Alex Proyas, 2009]: Com um roteiro confuso, que transita entre o original e o clichê, Alex Proyas apoia o longa nos aspectos técnicos (a cena da queda do avião é maravilhosa) e em seu próprio talento. A interessante – e eterna – contraposição entre religião e ciência é abordada com muita segurança pelo diretor, que ainda pode levar o crédito de ter ressuscitado a carreira de Nicolas Cage, em seu primeiro papel satisfatório desde “O Senhor das Armas”.
NOTA: 7.0

Coração Valente [Braveheart, Mel Gibson, 1995]: Ainda que a plot “homem pacato quer vingar a morte da amada” soe um tanto piegas, o talento de Mel Gibson a frente de “Coração Valente” é inegável. Misturando drama, comédia, violência e misticismo, a luta de um povo oprimido por um rei tirano e a busca de um homem por liberdade (e vingança) são o ponto alto da carreira do diretor.
NOTA: 9.0
Felipe Awards TV 2009 – Séries Drama
3 03UTC Agosto 03UTC 2009 at 4:22 am | In Blog, Premiações, TV | 2 CommentsTags: 24, Battlestar Galactica, Damages, In Treatment, True Blood
Melhor série
Battlestar Galactica (SyFy)
Outros Indicados:
24 (Fox)
Damages (FX)
In Treatment (HBO)
True Blood (HBO)
2008: Lost (ABC)
2007: The Sopranos (HBO)
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Melhor ator
Gabriel Byrne (In Treatment – HBO)
Outros Indicados:
Edward James Olmos (Battlestar Galactica – SyFy)
Hugh Laurie (House – Fox)
Kiefer Sutherland (24 – Fox)
Michael C. Hall (Dexter – Showtime)
2008: Michael C. Hall (Dexter – Showtime)
2007: James Gandolfini (The Sopranos – HBO)
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Melhor atriz
Mary McDonnell (Battlestar Galactica – SyFy)
Outros Indicados:
Anna Paquin (True Blood – HBO)
Evangeline Lilly (Lost – ABC)
Glenn Close (Damages – FX)
Sally Field (Brothers & Sisters – ABC)
2008: Glenn Close (Damages – FX)
2007: Sally Field (Brothers & Sisters – ABC)
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Melhor ator coadjuvante
William Hurt (Damages – FX)
Outros Indicados:
James Calis (Battlestar Galactica – SyFy)
John Noble (Fringe – Fox)
Josh Holloway (Lost – ABC)
Michael Emerson (Lost – ABC)
2008: Michael Emerson (Lost – ABC)
2007: Michael Emerson (Lost – ABC)
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Melhor atriz coadjuvante
Marcia Gay Harden (Damages – FX)
Outros Indicados:
Alison Pill (In Treatment – HBO)
Cherry Jones (24 – Fox)
Elizabeth Mitchell (Lost – ABC)
Rachel Griffiths (Brothers & Sisters – ABC)
2008: Rachel Griffiths (Brothers & Sisters – ABC)
2007: Elizabeth Mitchell (Lost – ABC)
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Melhor atriz convidada
Lizzy Caplan (True Blood – HBO)
pelo episódio “I Don’t Wanna Know”
Outros Indicados:
Adina Porter (True Blood – HBO)
pelo episódio “Plaisir d’amour”
Fionnula Flanagan (Lost – ABC)
pelo episódio “The Variable”
Lynn Cohen (Damages – FX)
pelo episódio “New York Sucks”
Kate Vernon (Battlestar Galactica – SyFy)
pelo episódio “Deadlock”
2008: Anne Dudek (House – Fox)
2007: Jean Smart (24 – Fox)
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Melhor ator convidado
Jon Voight (24 – Fox)
pelo episódio “Day 7: 12 AM – 01 AM”
Outros Indicados:
Dean Stockwell (Battlestar Galactica – SyFy)
pelo episódio “Daybreak, Parts I & II”
Jimmy Smits (Dexter – Showtime)
pelo episódio “Go Your Own Way”
Mark Pellegrino (Lost – ABC)
pelo episódio “The Incident, Parts I & II”
Ted Danson (Damages – FX)
pelo episódio “They Had to Squeeze That Out of My Kidney”
2008: Glynn Turman (In Treatment – HBO)
2007: Mark Sheppard (Battlestar Galactica – SyFy)
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Melhor roteiro
“Daybreak, Parts I & II” (Battlestar Galactica – SyFy)
Escrito por: Ronald D. Moore
Outros Indicados:
“April: Week Three” (In Treatment – HBO)
Escrito por: Sarah Treem
“Cold Ground” (True Blood – HBO)
Escrito por: Raelle Tucker
“Dead Is Dead” (Lost – ABC)
Escrito por: Brian K. Vaughan & Elizabeth Sarnoff
“The Incident, Parts I & II” (Lost – ABC)
Escrito por: Carlton Cuse & Damon Lindelof
2008: “The Constant” (Lost – ABC)
2007: “Through the Looking Glass” (Lost – ABC)
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Melhor direção
“Cold Ground” (True Blood – HBO)
Dirigido por: Nick Gomez
Outros Indicados:
“Day 7: 07 AM – 08 AM” (24 – Fox)
Dirigido por: Jon Cassar
“Burn It, Shred It, I Don’t Care” (Damages – FX)
Dirigido por: Jean de Segonzac
“Daybreak, Parts I & II” (Battlestar Galactica – SyFy)
Dirigido por: Michael Rymer
“The Incident, Parts I & II” (Lost – ABC)
Dirigido por: Jack Bender
2008: “Revelations” (Battlestar Galactica – SyFy)
2007: “Made in America” (The Sopranos – HBO)
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Melhor elenco
Damages (FX)
Outros Indicados:
Battlestar Galactica (SyFy)
Brothers & Sisters (ABC)
In Treatment (HBO)
Lost (ABC)
2008: Lost (ABC)
2007: Lost (ABC)
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Lembra como “Borat” era genial ao expor ao ridículo todos os ocidentais, que pensam ter uma cultura melhor do que as outras? A tentativa de Sacha Baron Cohen de ir pelo mesmo caminho com “Brüno”, outra personagem de seu programa Da Ali G Show, mostra-se frustrada exatamente porque, nesse caso, quem fica exposto ao ridículo é ele.